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32Davi disse-lhe:
Ninguém desanime por causa desse filisteu! Teu servo irá combatê-lo. 33Combatê-lo,
tu?!, exclamou o rei. Não é possível. Não passas de um menino e ele é um homem
de guerra desde a sua mocidade. 37O Senhor, acrescentou, que
me salvou das garras do leão e do urso, salvar-me-á também das mãos desse
filisteu. Vai, disse Saul a Davi; e que o Senhor esteja contigo! 40E,
tirando a armadura, tomou seu cajado e escolheu no regato cinco pedras lisas,
pondo-as no alforje de pastor que lhe servia de bolsa. Em seguida, com a sua
funda na mão, avançou contra o filisteu. 41De seu lado, o
filisteu, precedido de seu escudeiro, aproximou-se de Davi, 42mediu-o
com os olhos, e, vendo que era jovem, louro e de delicado aspecto, desprezou-o.
43Disse-lhe: Sou eu porventura um cão, para vires a mim com um
cajado? E amaldiçoou-o em nome de seus deuses. 44Vem,
continuou ele, e eu darei a tua carne às aves do céu e aos animais da terra!
45Davi respondeu: Tu vens contra mim com espada, lança e escudo;
eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos exércitos, do Deus das fileiras
de Israel, que tu insultaste. 46Hoje o Senhor te entregará nas
minhas mãos, e eu te matarei, cortar-te-ei a cabeça, e darei os cadáveres do
exército dos filisteus às aves do céu e aos animais da terra. Toda a terra
saberá que há um Deus em Israel; 47e toda essa multidão saberá
que não é com a espada nem com a lança que o Senhor triunfa, pois a batalha é do
Senhor, e ele vos entregou em nossas mãos! 48Levantou-se o
filisteu e marchou contra Davi. Davi também correu para a linha inimiga ao
encontro do filisteu. 49Meteu a mão no alforje, tomou uma
pedra e arremessou-a com a funda, ferindo o filisteu na fronte. A pedra
penetrou-lhe na fronte, e o gigante caiu com o rosto por terra. 50Assim
venceu Davi o filisteu, ferindo-o de morte com uma funda e uma pedra. E como não
tinha espada na mão, 51correu ao filisteu, subiu-lhe em cima,
arrancou-lhe a espada da bainha e acabou de matá-lo, cortando-lhe a cabeça.
Vendo morto o seu campeão, os filisteus fugiram.
1De Davi. Bendito
seja o Senhor, meu rochedo, que adestra minhas mãos para o combate, meus dedos
para a guerra; 2meu benfeitor e meu refúgio, minha cidadela e
meu libertador, meu escudo e meu asilo, que submete a mim os povos. 3Que
é o homem, Senhor, para cuidardes dele, que é o filho do homem para que vos
ocupeis dele? 4O homem é semelhante ao sopro da brisa, seus
dias são como a sombra que passa. 5Inclinai, Senhor, os vossos
céus e descei, tocai as montanhas para que se abrasem, 6fulminai
o raio e dispersai-os, lançai vossas setas e afugentai-os. 7Estendei
do alto a vossa mão, tirai-me do caudal, das mãos do estrangeiro,8cuja
boca só diz mentiras e cuja mão só faz juramentos falsos.9Ó
Deus, cantar-vos-ei um cântico novo, louvar-vos-ei com a harpa de dez cordas.10Vós
que aos reis dais a vitória, que livrastes Davi, vosso servo;11salvai-me
da espada da malícia, e livrai-me das mãos de estrangeiros, cuja boca só diz
mentiras e cuja mão só faz juramentos falsos.12Sejam nossos
filhos como as plantas novas, que crescem na sua juventude; sejam nossas filhas
como as colunas angulares esculpidas, como os pilares do templo.13Encham-se
os nossos celeiros de frutos variados e abundantes, multipliquem-se aos milhares
nossos rebanhos, por miríades cresçam eles em nossos campos; sejam fecundas as
nossas novilhas.14Não haja brechas em nossos muros, nem
ruptura, nem lamentações em nossas praças.15Feliz o povo
agraciado com tais bens, feliz o povo cujo Deus é o Senhor.
1Noutra vez,
entrou ele na sinagoga e achava-se ali um homem que tinha a mão seca. 2Ora,
estavam-no observando se o curaria no dia de sábado, para o acusarem. 3Ele
diz ao homem da mão seca: "Vem para o meio." 4Então lhes
pergunta: "É permitido fazer o bem ou o mal no sábado? Salvar uma vida ou
matar?" Mas eles se calavam.5Então, relanceando um olhar
indignado sobre eles, e contristado com a dureza de seus corações, diz ao homem:
"Estende tua mão!" Ele estendeu-a e a mão foi curada. 6Saindo
os fariseus dali, deliberaram logo com os herodianos como o haviam de perder.
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