25Azarias,
em pé bem no meio do fogo, fez a seguinte oração:
34Pelo
amor de vosso nome, não nos abandoneis para sempre; não
destruais de modo algum vossa aliança.
35Não
nos retireis vossa misericórdia em consideração a Abraão, vosso
amigo, Isaac, vosso servo, Israel, vosso santo,
36aos
quais prometestes multiplicar sua descendência como as estrelas
do céu e a areia que se encontra à beira do mar.
37Senhor,
fomos reduzidos a nada diante das nações, fomos humilhados
diante de toda a terra: tudo, devido a nossos pecados!
38Hoje,
já não há príncipe, nem profeta, nem chefe, nem holocausto, nem
sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem mesmo um lugar para
vos oferecer nossas primícias e encontrar misericórdia.
39Entretanto,
que a contrição de nosso coração e a humilhação de nosso
espírito nos permita achar bom acolhimento junto a vós, Senhor,
40como
(se nós nos apresentássemos) com um holocausto de carneiros, de
touros e milhares de gordos cordeiros! Que assim possa ser hoje
o nosso sacrifício em vossa presença! Que possa
(reconciliar-nos) convosco, porque nenhuma confusão existe para
aqueles que põem em vós sua confiança.
41É
de todo nosso coração que nós vos seguimos agora, que nós vos
reverenciamos, que buscamos vossa face.
42Não
nos confundais; tratai-nos com vossa habitual doçura e com todas
as riquezas de vossa misericórdia.
43Ponde
em execução vossos prodígios para nos salvar, Senhor, e cobri
vosso nome de glória.
1De
Davi. Para vós, Senhor, elevo a minha alma.
2Meu
Deus, em vós confio: não seja eu decepcionado! Não escarneçam de
mim meus inimigos!
3Não,
nenhum daqueles que esperam em vós será confundido, mas os
pérfidos serão cobertos de vergonha.
4Senhor,
mostrai-me os vossos caminhos, e ensinai-me as vossas veredas.
5Dirigi-me
na vossa verdade e ensinai-me, porque sois o Deus de minha
salvação e em vós eu espero sempre.
6Lembrai-vos,
Senhor, de vossas misericórdias e de vossas bondades, que são
eternas.
7Não
vos lembreis dos pecados de minha juventude e dos meus delitos;
em nome de vossa misericórdia, lembrai-vos de mim, por causa de
vossa bondade, Senhor.
8O
Senhor é bom e reto, por isso reconduz os extraviados ao caminho
reto.
9Dirige
os humildes na justiça, e lhes ensina a sua via.
10Todos
os caminhos do Senhor são graça e fidelidade, para aqueles que
guardam sua aliança e seus preceitos.
11Por
amor de vosso nome, Senhor, perdoai meu pecado, por maior que
seja.
12Que
advém ao homem que teme o Senhor? Deus lhe ensina o caminho que
deve escolher.
13Viverá
na felicidade, e sua posteridade possuirá a terra.
14O
Senhor se torna íntimo dos que o temem, e lhes manifesta a sua
aliança.
15Meus
olhos estão sempre fixos no Senhor, porque ele livrará do laço
os meus pés.
16Olhai-me
e tende piedade de mim, porque estou só e na miséria.
17Aliviai
as angústias do meu coração, e livrai-me das aflições.
18Vede
minha miséria e meu sofrimento, e perdoai-me todas as faltas.
19Vede
meus inimigos, são muitos, e com ódio implacável me perseguem.
20Defendei
minha alma e livrai-me; não seja confundido eu que em vós me
acolhi.
21Protejam-me
a inocência e a integridade, porque espero em vós, Senhor.
22Ó
Deus, livrai Israel de todas as suas angústias.
21Então
Pedro se aproximou dele e disse: Senhor, quantas vezes devo
perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete
vezes? 22Respondeu Jesus: Não te digo até sete
vezes, mas até setenta vezes sete. 23Por isso,
o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas
com seus servos. 24Quando começou a
ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.
25Como ele não tinha com que pagar, seu senhor
ordenou que fosse vendido, ele, sua mulher, seus filhos e todos
os seus bens para pagar a dívida.26Este servo,
então, prostrou-se por terra diante dele e suplicava-lhe: Dá-me
um prazo, e eu te pagarei tudo! 27Cheio de
compaixão, o senhor o deixou ir embora e perdoou-lhe a dívida.
28Apenas saiu dali, encontrou um de seus
companheiros de serviço que lhe devia cem denários. Agarrou-o na
garganta e quase o estrangulou, dizendo: Paga o que me deves!
29O outro caiu-lhe aos pés e pediu-lhe: Dá-me um
prazo e eu te pagarei! 30Mas, sem nada querer
ouvir, este homem o fez lançar na prisão, até que tivesse pago
sua dívida. 31Vendo isto, os outros servos,
profundamente tristes, vieram contar a seu senhor o que se tinha
passado. 32Então o senhor o chamou e lhe
disse: Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me
suplicaste. 33Não devias também tu
compadecer-te de teu companheiro de serviço, como eu tive
piedade de ti? 34E o senhor, encolerizado,
entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida.
35Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um
de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração.