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Este livro é um louvor à Sabedoria divina. Na primeira parte o autor mostra a Sabedoria nas obras da vida de cada homem, sendo recompensada pela vida eterna. Na segunda parte expõe o papel que a Sabedoria representou na vida do rei Salomão. Ainda apresenta a Sabedoria em ação: na criação, na história da humanidade e em particular na história do povo de Deus. Ao tratar do reino de Salomão, a Sabedoria é descrita como uma irradiação do Deus Altíssimo.
O livro, pois divide-se em duas partes:
Primeira Parte: Capítulos 1 a 9 - Exorta à prática da justiça e da religião, fontes de felicidade e de imortalidade, e mostra a diferente sorte do justo e do ímpio, nesta vida e na outra (Capítulos 1 a 5). Termina, concitando a tomar-se a Sabedoria como norma de vida (Capítulos 6 a 9).
Segunda Parte: Capítulos 10 a 19 - Antes, trata das maravilhas operadas pela sabedoria nos patriarcas desde Adão até Moisés (Capítulos 10 a 12). Em seguida passa a falar da origem e estúpida imoralidade da idolatria nos seus diferentes aspectos (Capítulos 13 a 15). Finalmente estabelece o contraste entre o justo e o ímpio, pondo em paralelo Judeus e Egípcios, particularmente nas pragas do Egito (Capítulos 16 a 19).
O Livro da Sabedoria, embora faça algumas vezes falar Salomão, para dar ao trecho vivacidade e eficácia, todavia foi escrito no Egito (talvez em Alexandria) entre os anos 150 a 50 a.C.
Tivemos auxilio para efetuarmos este resumo da Bíblia Sagrada, Editora Ave Maria e Bíblia Sagrada, Edições Paulinas.